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quarta-feira, 27 de novembro de 2013


Empresário vegetariano cria carne de frango vegetal.

    Bom dia cheio de luz para todos nós. Peço perdão por ontem não ter postado no blog, mas não tive tempo. Vocês entendem final de semestre neh? Putz, parece que o ano acaba, mas o semestre na Universidade não. Estou muito cansada, as vezes tenho vontade de "chutar o balde" e sair correndo, não é fácil fazer algo que não está nos agradando neh? Mas, eu não estou aqui para ficar contando meus conflitos internos, tem coisas mais interessantes...HAHAHA!
    Tipo essa criação do empresário americano e vegetariano Ethan Brow que desenvolveu um produto parecido com carne de frango que se torna uma alternativa para aqueles que sentem saudades do gosto, pois são vegs a pouco tempo, e venhamos e convenhamos que nossa mente é muito complexa, não é do dia para a noite que ela apaga a memória dos gostos, cores e cheiros que nos atraia ou não, também é uma boa forma para os não vegs, tenha certeza que os frangos, galinhas e pintinhos agradecem.
Além da ética o produto da empresa "Beyond Meat" ("além da carne", em inglês) é livre de colesterol, não contém glúten, gorduras trans e nem hormônios, pelo menos é o que ela informou.


    Uma questão interessante, aliás 2, é que Bill Gates, um dos fundadores da Microsoft e Biz Stone o cofundador do Twitter e que é vegetariano estão investindo nessa ideia de Brown. Gates até chegou a declarar que realmente o produto parece muito com a carne de frango no seu gosto.
Os ingredientes desse preparado são soja, ervilha, fibras de cenoura e óleo de canola, entre outros ingredientes, é prensada e aquecida para ficar com textura parecida com a da carne de ave. É óbvio que o processo não é revelado. O cara teve uma sacada genial.




E aí, você comeria essa "carne de frango"? O que achou da ideia?


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quinta-feira, 8 de agosto de 2013


Hambúrguer produzido em laboratório é apresentado ao mundo em Londres.



    O primeiro hambúrguer do mundo produzido em laboratório foi apresentado nessa segunda-feira (05/08) em Londres e degustado por especialistas que disseram ter aprovado o gosto do alimento que foi feito com algumas células de vaca e mais a adição de açafrão, beterraba e farinha de rosca para dar liga e cor a carne.
   O pesquisador Mark Post, da Universidade de Maastricht, da Holanda afirmou que além de ser uma alternativa para sustentável para o meio ambiente devido a crescente demanda por carne também seria uma forma de acabar com os maus tratos aos animais que são vistos culturalmente como alimentos, pois com apenas algumas células de vaca, por exemplo, que serão retirados com seringa, se fazem mais de dez toneladas de carne e não tem a necessidade de abater esses animais.
    Foram investidos nessa pesquisa R$ 750.000,00 bancados pelo co-fundador do Google, Sergey Brin. Foram 5 anos de pesquisas, e uma das cientistas é vegetariana. Os cientistas continuarão suas pesquisas afim de baratear a produção para que chegue o quanto antes nas prateleiras de supermercados. A previsão no momento é que daqui a 10 anos as pessoas já possam degustar a carne de proveta.
    Por meio de nota, a PETA (ONG norte-americana que trabalha na divulgação do veganismo), disse: “[Carne de laboratório] irá favorecer o fim de caminhões cheios de vacas, frango, abatedouros e fazendas de produção. Irá reduzir a emissão de gases de carbono, economizar água e fazer a rede de suprimento de alimentos mais segura.”
    E vocês o que acharam dessa pesquisa?!


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quarta-feira, 3 de julho de 2013


Trecho do livro "Ética Prática" de Peter Singer.

   
Peter Singer, filósofo contemporâneo e defensor dos Direitos Animais.


   Para a maioria das pessoas das modernas sociedades urbanas, a principal forma de contato com os animais não humanos é à hora das refeições. 
O uso de animais na alimentação é provavelmente a mais antiga e a mais difundida forma de utilização dos animais. Num certo sentido trata-se também da forma mais básica de utilização dos animais, a pedra basilar em que assenta a crença de que os animais existem para o nosso prazer e conveniência. Se os animais contarem por si mesmos, a utilização que fizermos deles para a alimentação torna-se questionável -- em especial quando a carne dos animais representa mais um luxo que uma necessidade. Os Esquimós, que vivem num ambiente em que têm de matar animais para a sua alimentação ou morrer de : fome, podem justificar-se dizendo que o seu interesse em sobreviver se sobrepõe ao dos animais que matam. A maioria de nós não pode defender a sua dieta deste modo. Os cidadãos das sociedades industrializadas podem facilmente obter uma alimentação adequada sem a utilização da carne dos animais. 
   O peso esmagador das provas médicas indica que a carne dos animais não é necessária para a boa saúde nem para a longevidade. Tão-pouco é a produção de animais nas sociedades industrializadas uma forma eficiente de produção de alimentos, dado que a maioria dos animais consumidos foi engordada com cereais ou outros alimentos que poderíamos comer diretamente. 
Quando alimentamos esses animais com cereais, apenas cerca de 10 “do valor nutritivo se conserva na forma de carne para consumo humano. Portanto, com excepção dos animais criados inteiramente à base de terras de pastagens impróprias para cultivo, os animais não são comidos por motivos de saúde nem para aumentar a nossa quantidade disponível de alimentos. A sua carne é consumida como um luxo, porque as pessoas apreciam o seu sabor.


Peter Singer
(Ética Prática- 1993)


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