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domingo, 7 de setembro de 2014


Bife Vegetal da Superbom.


        Boa tarde pessoal! Quanto tempo, não é mesmo?! Meu afastamento do blog e até da fan page se deu à vários motivos, entre eles os preparativos do meu noivado que teve festa, claro :) entre outras coisas mais.
Porém não me esqueci daqui nem de vocês, e todo dia fico me cobrando as postagens. Não quero que pensem que os abandonei, mas com tanta correria da rotina fico bem cansada mentalmente para escrever bons textos.
       Fiz um formulário sobre o blog e umas das postagens pedidas foram resenhas de produtos e bife vegetal. Então, me lembrei que há um bom tempo eu tinha comprado no supermercado uma lata do bife vegetal da Superbom, tinha tirado fotos na época (não reparem na resolução da imagem, pois foi com meu antigo celular) para comentar aqui, mas me esqueci.
Agora que me lembrei trago aqui para vocês a minha posição sobre esse produto da empresa Superbom que tem variados produtos industrializados para nós vegetarianos.


Provavelmente você encontrará nos grandes supermercados e em lojas especializadas de produtos vegetarianos. Esse eu comprei no Carrefour e me custou 11 dinheirinhos e mais alguns quebrados de moedinhas. A lata tem 400 gramas.


Se não me engano são em torno de 6-7 rodelas de bife feito com soja, trigo e algumas especiarias.
São ricos em fibras, sem colesterol, zero gorduras trans, sem aditivos químicos, sem corantes artificiais e alto teor proteico equivalente ao da carne.
Tem um cheirinho meio enjoado devido a soja (pra mim todo alimento com soja tem cheirinho enjoado, normal).


Fiz os bifes de 2 formas. Uma eu cozinhei junto com molho de tomate e uns temperos, mas não curti. E fiz sanduíches com o bife. Antes dei uma leve fritada nele no azeite e coloquei em pão de forma torradinho com alface, tomate, cenoura, mostarda e ketchup. Não vou dizer que o gosto é dos melhores, você tem que temperá-lo muito bem, pois ele puro tem um gosto forte de soja, mas com os temperos certos dá para curtir.
Alguns conhecidos utilizam esse bife para fazerem strogonofe, bife à milanesa, é só usar a imaginação...


Conheçam outros produtos da marca:
http://www.superbom.com.br/


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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014


Receita: Bolo salgado vegan.

    Bom dia amados amigos veganos! Tudo bem com vocês?! Espero que tudo em perfeita harmonia. Hoje eu venho trazer uma receita bem simples e barata de um bolo salgado vegano, ou torta, como preferirem. Eu digo bolo, porque acho que tem mais a cara de tal, mas belezinha. Não sei se já disse à vocês que aqui em casa só tem eu de vegetariana, e estou na transição para o veganismo. Evitando o máximo ovos e laticínios, pois compreendo que faz tanto mal aos animais e até mais do que comer carne. Tudo o que preparo tiro esses produtos e substituo por outros.
    Mesmo só eu sendo veg, minha mãe quando escuta ou lê alguma receita vegana lembra de mim. E essa que vou comentar com vocês ela ouviu em uma emissora de rádio na sexta passada. E no sábado que fiquei sozinha em casa, melhor hora para cozinhar :) fui dar uma de vegan chef gourmet. Vamos ao que interessa?

Ingredientes:
  • 1/2 xícara de palmito
  • 1/2 xícara de azeitona
  • 1 lata de ervilha
  • 1 lata de milho verde
  • 1 xícara de farinha de trigo
  • 1/2 xícara de amido de milho 
  • 1 colher de sobremesa de fermento
  • 1/2 colher de sobremesa de sal
  • 1 xícara de água
  • 1 caldo de legumes 
  • Orégano à gosto
Modo de fazer: 
Misturar todos os ingredientes no liquidificador e colocar em uma forma untada com óleo e farinha de trigo.



ADOOOOOROOOOO essas receitas que joga tudo no liquidificador, não tem coisa melhor. Super rápido. A massa fica bem grossa e não rende muito, então eu recomendo colocar em uma forma pequena. Eu coloquei em uma redonda, e para ficar um bolo bem bonito eu decorei com umas rodelas de tomate e cebola. 
Na receita que minha mãe me passou não tinha falando sobre o caldo de legumes nem o orégano, porém eu os adicionei e ficou bom. Como aqui em casa não tinha mais azeitona e nem palmito eu fiz apenas com milho e ervilha.
Agora, se você como eu não gosta de ervilha recomendo retirar e usar aquilo que gostar. Na próxima vez farei apenas com milho e com azeitonas.


Está aí o resultado do bolo salgado. Gente, quanto ao tempo que fica no forno eu costumo dizer o seguinte, é algo até particular, pois tem fornos que são mais potentes do que outros, por exemplo, o daqui de casa geralmente demora bastante para assar as coisas, já o da minha tia é super rápido, então o que você deve fazer para saber se está na hora de retirar é o mesmo truque que fazemos com um bolo doce, pegar um palitinho e enfiar no alimento, se o palito sair sujo, ou seja, com massa pregada nele ainda não está bom, quando sair limpinho já está na hora de retirá-lo do forno.
Espero que tenham gostado e essas fotos estão no meu instagram, me segue lá: @vanimonique


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segunda-feira, 30 de setembro de 2013


Descanse em paz Cláudio Cavalcanti.

Imagem: Vista-se

    Ontem (29/09/2013) perdemos uma figura pública que lutava pelos animais e como dizia um "radicalmente vegetariano". Cláudio Cavalcanti faleceu por complicações cardíacas aos 73 anos, informações de jornais informaram que ele estava internado desde o dia 16 e havia se submetido a uma cirurgia na coluna mas deixou um legado bonito de lutas e vitórias em relação à causa animal.
    Cláudio foi ator, produtor, diretor, dublador e um grande defensor de animais, essa luta fez com que ele entrasse na política entre 2000 a 2008 sendo vereador do município do Rio de Janeiro e atualmente era secretário de Defesa dos Animais do Rio.
Em seu tempo de mandato ele criou e aprovou 29 leis em favor dos animais (veja todas) como a proibição de animais em circos e em rodeios e tentou a proibição dos testes em animais realizados no RJ, porém o prefeito vetou essa PL.
    Como radicalmente vegetariano dedicava sua vida à divulgar essa filosofia de vida e tinha uma posição muito forte sobre a questão. Podemos ver no seu site uma página dedicada ao tema (veja aqui) em que faz declarações extremamente pertinentes a questão animal.
Espero que ele descanse em paz ao lado de todos os animais que ele tanto ajudou e ao lado de Deus. Cláudio fez o que pode e nós defensores dos animais devemos continuar seu lindo trabalho.
Meus pêsames a família e à todos que admiravam seu trabalho.
Termino com esse lindo texto dele:

"E aqui dou o meu testemunho:
Quando se é vegetariano, nossa acuidade de paladar se transforma, se aguça a tal ponto, que passamos a ser capazes de distinguir o gosto do animal morto até mesmo num molho que aparentemente é apenas de tomate.
Não julgo ninguém, não emito julgamentos morais, não gosto de controvérsias, mas confesso que sinto imediata e profunda identificação – uma identificação que dispensa palavras, discursos e pregações – por aqueles que não comem seres vivos.
E faço mais uma confissão: se eu comesse animais, nada me impediria de comer seres humanos.


Cláudio Cavalcanti.”




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terça-feira, 2 de julho de 2013


De olho na história: Como eram os vegetarianos na pré-história.

    



   O vegetarianismo surgiu há cerca de 5 milhões de anos atrás. 
O nosso antepassado mais antigo, o Australopithecus Anamensis, alimentava-se de frutas, folhas e sementes, vivendo em perfeita harmonia com os animais menores que poderia facilmente apanhar para se alimentar. Mas a índole destes hominídeos era pacífica e assim continuou até ao Australopithecus Boesei (existiu há cerca de 2,4 - 1 milhão de anos).
   Com o domínio do fogo e o desenvolvimento das armas, o Homo Neanderthalensisnosso antepassado mais recente (127.000 - 30.000 anos),
caçava, em grupos de 10 a 15, animais de grande porte como os mamutes
e outros mais pequenos como os veados, dos quais tudo era meticulosamente
aproveitado. Mais tarde, as populações humanas foram criando culturas de vegetais fixas, que começaram a atrair animais como porcos selvagens, ovelhas, cães, cabras, aves, ratos e pequenos felinos, que foram sendo domesticados. Alguns animais começaram a ser mortos para consumo. Foi então que o Homem se tornou sedentário e começou a encarar os animais como alimentos.

   Quanto ao Australopithecus Anamensis que foi mencionado no texto acima o antropólogo Alan Walker fez uma pesquisa em 1979 onde foram analisados dentes fossilizados de alguns encontrados e concluiu que os australopitecos mais robustos eram frugívoros em sua maioria e com o passar das novas tecnologias e de novas possibilidades de análises chegou-se a conclusão de que alguns eram onívoros, pois surgiram a presença de proteína animal em sua dieta assim como a proteína vegetal, porém ainda são reconhecidos que os mesmos se alimentavam na grande maioria das vezes de frutas, legumes e tubérculos.

FONTES: Introdução ao Vegetarianismo
2a edi ção, Setembro de 2005
Edi ção e distribui ção: galaxia-alfa.com
http://www.centrovegetariano.org
ISBN 972-8967-15-2
Fotos antes e depois.
http://www.fotosantesedepois.com


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