segunda-feira, 30 de setembro de 2013


Descanse em paz Cláudio Cavalcanti.

Imagem: Vista-se

    Ontem (29/09/2013) perdemos uma figura pública que lutava pelos animais e como dizia um "radicalmente vegetariano". Cláudio Cavalcanti faleceu por complicações cardíacas aos 73 anos, informações de jornais informaram que ele estava internado desde o dia 16 e havia se submetido a uma cirurgia na coluna mas deixou um legado bonito de lutas e vitórias em relação à causa animal.
    Cláudio foi ator, produtor, diretor, dublador e um grande defensor de animais, essa luta fez com que ele entrasse na política entre 2000 a 2008 sendo vereador do município do Rio de Janeiro e atualmente era secretário de Defesa dos Animais do Rio.
Em seu tempo de mandato ele criou e aprovou 29 leis em favor dos animais (veja todas) como a proibição de animais em circos e em rodeios e tentou a proibição dos testes em animais realizados no RJ, porém o prefeito vetou essa PL.
    Como radicalmente vegetariano dedicava sua vida à divulgar essa filosofia de vida e tinha uma posição muito forte sobre a questão. Podemos ver no seu site uma página dedicada ao tema (veja aqui) em que faz declarações extremamente pertinentes a questão animal.
Espero que ele descanse em paz ao lado de todos os animais que ele tanto ajudou e ao lado de Deus. Cláudio fez o que pode e nós defensores dos animais devemos continuar seu lindo trabalho.
Meus pêsames a família e à todos que admiravam seu trabalho.
Termino com esse lindo texto dele:

"E aqui dou o meu testemunho:
Quando se é vegetariano, nossa acuidade de paladar se transforma, se aguça a tal ponto, que passamos a ser capazes de distinguir o gosto do animal morto até mesmo num molho que aparentemente é apenas de tomate.
Não julgo ninguém, não emito julgamentos morais, não gosto de controvérsias, mas confesso que sinto imediata e profunda identificação – uma identificação que dispensa palavras, discursos e pregações – por aqueles que não comem seres vivos.
E faço mais uma confissão: se eu comesse animais, nada me impediria de comer seres humanos.


Cláudio Cavalcanti.”




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Receita: Rocambole de Batatas.

rocambole 41



Ingredientes da massa:

• 800 gramas de batatas
• Sal
• Azeite
• Óleo e Farinha de rosca para untar
 
Ingredientes para o recheio:

• 3 colheres de sopa de cebola picadinha
• 2 colheres de sopa de tomates picados em quadradinhos
• 2 colheres de sopa de azeitonas verdes picadas
• 1 berinjela grande picada
• 1 bom punhado de cheiro verde
 
Modo de preparo da massa:

Cozinhe as batatas até que estejam macias, mas não muito moles.
Descasque, tempere com sal e azeite a seu gosto e amasse bem com o garfo ou com o amassador de batatas.
Corrija o tempero e despeje este “purê” numa forma untada com um fio de óleo e polvilhada com farinha de rosca bem fina.
Espalhe para fique com mais ou menos 1 cm de altura. Compacte bem e leve ao forno para assar até estar dourado.
 
Modo de preparo do recheio:

Fatie a berinjela bem fininha, pode inclusive usar o ralo grosso se preferir.
Deixe esta mistura descansando numa tigela com água e um pouco de sal
Pique a cebola, os tomates e as azeitonas e comece o refogado.
Leve a cebola para dourar num fiozinho de óleo.
Quando estiverem bem douradas coloque o tomate e espere soltar a primeira água destes tomates.
Traga a tigela das berinjelas para perto desta panela e vá pegando as berinjelas, apertando na Mao para escorrer o caldo deste punhado e coloque para refogar.
Depois de colocar toda berinjela, mexa bem e deixe cozinhar no próprio caldo da mistura por cerca de 5 minutos, em fogo baixo e panela tampada.
Destampe a panela, junte a azeitona e o cheiro verde picado, mexa e desligue o fogo.
Corrija o sal e deixe descansar.
 
Montando o rocambole:

Assim que a massa de batatas estiver bem dourada retire do forno e em seguida retire da forma colocando em cima de um pano de parto bem limpo.
O purê vai ter virado um “tapetinho” de batatas.
Espalhe o recheio de berinjelas de forma bem generosa por todo este seu tapetinho de batatas.
Pegue numa das pontas do pano e o use para ajudar a enrolar nosso rocambole.
Venha enrolando com firmeza e ajudando com as mãos.
Transfira seu rocambole para uma travessa.
Se for servir imediatamente é só decorar e servir.
Se for esperar um pouco, é bom voltar com este rocambole para o forno um pouco antes de servir.
Bom apetite.
 
rocambole
rocambole 2
rocambole 4
rocambole 41
rocambole 3

Fonte da receita e fotos: Bambu Chuveroso
   

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quinta-feira, 26 de setembro de 2013


Pet Estrela: Catucha.


    O Pet Estrela dessa semana é uma linda menininha que fez parte da minha vida durante 10 anos, Catucha uma SRD meiga, carinhosa, obediente, mas que mesmo assim colocava medo em todo mundo que não a conhecia pelo seu latido estrondoso, uma típica observadora que não deixava nada passar desapercebido.
    Para mim é difícil falar dela porque faleceu no dia 06/01/2009 vítima de um câncer no fígado, ao menos ela não sofreu por longo período, apesar de que vê-la definhando aos poucos foi de cortar o coração da minha casa. 
Essa foto foi uma das últimas que tirei dela, dá para ver o rostinho de cansada, ela já não ficava mais em pé, apenas se arrastava para comer e beber. Lembro o quanto nessa noite eu chorei pedindo a Deus que não levasse ela, que fizesse um milagre para que Catucha vivesse mais 10 anos comigo. Foi tão triste ver que depois dela comer fez xixi e ficou caidinha ali mesmo sem poder se locomover, pois estava com muitas dores.
    Foi a minha primeira cachorrinha, ganhei ela quando tinha 7 anos, foi uma alegria imensa, lembro da caixinha de papelão que eu e uma amiga arrumamos com um lençol de quando eu era bebê e um travesseiro de boneca e que eu passei a noite toda olhando ela dormir como se fosse um neném.
Lembro dos passeios, das mordidas, do quanto ela estragou os móveis da minha mãe, o quanto fazia cocô pela casa toda quando deixava ela sozinha e o quanto de amor ela demonstrava para nós.
Nos mudamos do RJ para Corumbá-MS e ela foi junto, claro, era uma menina muito especial, portadora de epilepsia, todo dia tinha que tomar Gadernal para não ter ataque.
    Foi triste Catuchinha ter que ver você morta com os olhinhos abertos, foi triste te perder, ter que te enterrar, o quanto isso doeu e dói até hoje quando penso em você. Eu ainda choro por sua ausência, eu ainda penso e sempre pensarei em você, me perdoe se algum dia falei alto contigo, me perdoe por não ter podido fazer nada por você, Deus quis te levar para ficar ao lado dele e de todos os lindos animais que já foram desse mundo. 
Eu te amo muito e um dia nos veremos novamente.
Eu gostaria de escrever mais sobre ela, mas eu fico muito triste, acho melhor pensar nas coisas boas que passamos e o quanto ela me ensinou a amar mais os animais.

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Alfajor do Bike Vegan.

    


    Bom dia gente, hoje já é quinta-feira, como está passando rápido o tempo, não é mesmo?! A semana correu, ou melhor, voou e eu ainda nem falei um pouquinho do que aconteceu na I Semana de Direitos Animais em Natal/RN, mas eu prometo que vou ainda fazer umas postagens com teor reflexivo do que foi apresentado nessa semana maravilhosa de aprendizados e experiências novas.
    Bom, nessa semana tive o prazer de conhecer a Letícia Peixoto e o seu companheiro Bruno que já tinha postado sobre o que eles fazem. Quem aqui lembra do Bike Vegan?
Para quem não conhece eu no comecinho do blog fiz uma resenha (click aqui) sobre a ideia culinarista deles que de forma sustentável pedalam por vários cantos de Fortaleza vendendo seus quitutes doces e salgados.
    A primeira vez que vi as fotos fiquei com muita vontade de comer o alfajor, sou apaixonada por doces e ainda não tinha comido nenhum desse tipo vegano, então bate aquela curiosidade de saber se realmente é bom... até que tive a oportunidade de me deliciar com eles.
A Letícia e o Bruno estiveram aqui em Natal na I Semana de Direitos Animais em Natal e me deram um para experimentar...resumindo a sensação: DELÍCIA!


Os alfajors vem empacotados de forma artesanal (acho bacana comprar diretamente de quem produz) e o tamanho é o mesmo de outros alfajors que já tinha comido que não eram veganos, o preço super em conta, apenas R$ 2,00 e você não se arrepende, tive que repetir a dose e comprei um para mim e um para meu namorado, ele não é vegetariano, mas embarca nas comidinhas que faço e que compro, sempre acha tudo muito bom e não foi ao contrário quando provou do doce do Bike Vegan, ele amou, deu nota 10. Realmente muito bom.


Não reparem muito na foto, mas eu não sou boa fotógrafa (HAHAHAH!), o objetivo acredito que foi alcançado. Queria mostrar para vocês como o alfajor do Bike Vegan é bem recheado com chocolate e o bolo é bem consistente com cobertura. Estou desejando até agora.


    Quem mora em Fortaleza podem encontrar eles por aí nas praças, nos eventos, feiras de orgânicos e Universidades, é só curtir a fan page do Bike Vegan e se informar por onde a Letícia e o Bruno pedalam com suas veganlícias. Eles também aceitam encomendas através dos números:
(85) 8683-0379 | (85) 8656-8556






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quarta-feira, 25 de setembro de 2013


Entrevista com Amanda Luiza (parte 2)

Bom dia abolicionistas lindos! Fiquem com a segunda parte da entrevista com a vegana de Fortaleza (CE) Amanda Luiza. Espero que ela seja um exemplo de história para todos vocês se tornarem vegans.




Amanda e sua cachorra Pilanha.


6. Na sua cidade existem muitos estabelecimentos vegetarianos ou os supermercados tem variadas opções para quem é?

R: Em Fortaleza, existem alguns supermercados onde encontrados muitos produtos, como verduras e frutas orgânicas, agar- agar ( substitui as gelatinas convencionais feitas de cartilagem e restos de animais), chocolates veganos, barras de cereal, produtos congelados, sorvetes. Tem alguns restaurantes que oferecem opções vegetarianas e veganas. Temos algumas hamburguerias, existe uma pizzaria em especial que tem  opções  veganas com mandiokejo e é uma delícia. Contamos também com amigos veganos que fabricam artesanalmente comidas veganas incríveis, A Fantástica Cozinha da Carol, Amora Liberdade Gastronômica, El Laricon, Veg Gourmet e Bike Vegan. Mesmo com todas essas opções, ainda é muito carente, as opções ainda não são acessíveis ao grande público. Temos sempre que nos deslocar para bairros distantes para encontrar alguns produtos específicos e até mesmo recorrer à internet.

7. Você tem animais em sua casa? Se sim, quantos são e de quais espécies eles fazem parte?

R: Tenho duas cadelas. Foram resgatadas das ruas muito doentes.

8. O que você costuma fazer para contribuir com a preservação da natureza?

R: Por ser vegana já mudei bastante meus hábitos. Não consumo ingredientes de origem animal, isso já é muito valioso, pois sabemos que a pecuária polui o meio ambiente, desmata as florestas etc. Também tento reduzir o consumismo e sempre escolho produtos feitos com materiais biodegradáveis, orgânicos, recicláveis.  Faço coleta seletiva do lixo e não utilizo materiais descartáveis.

9. Muitas são as pessoas que gostam de animais, mas pela cultura egoísta e já enraizada pela sociedade dizem não conseguir parar de comer carne, pois é muito difícil e o sabor é muito bom, o que você falaria para elas?

R: Muitas pessoas pensam que vegetarianos são indivíduos que não gostam de carne. Vegetarianos/veganos um dia comeram carne e muitos deles sentiam prazer em comê-la. A mudança de hábito é iniciada por não ser justo outro animal morrer para agradar paladares. Tente outros sabores e liberte seus escravos dessa exploração.

10. Rapidinha...

Diga apenas 1 palavra para descrever :
1-   Veterinária- profissão
2-   Saúde-  vegana
3-   Veganismo-  missão
4-   Morte- desnecessária
5-   Vida- respeito
6-   Abolição animal- necessária
7-   Direitos-  vida, liberdade.
8-   Deus- ama todas as criaturas sem distinção
9-   Meio ambiente - recuperação
10- Sustentabilidade- permacultura

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terça-feira, 24 de setembro de 2013


Entrevista com Amanda Luiza (parte 1).



Nome: Amanda Luiza Oliveira do Nascimento
Idade: 23 anos
Cidade/Estado/País: Fortaleza- CE- Brasil
Profissão: Estudante de medicina veterinária
Segue que tipo de dieta vegetariana: Vegana
Desde quando: desde janeiro/2013
Facebook ou qualquer outra rede social que você queira mostrar, e que seja sua: https://www.facebook.com/amanda.luiza.338

1. Amanda, como que você começou a seguir a filosofia vegetariana? Quando sua consciência acordou para essa questão?

R: Desde criança sempre gostei de animais, mas nunca tive animais de estimação por morar em apartamento e meus pais não deixavam. Sempre cuidava do cachorrinho ou gatinho da vizinha, da avó. Esse amor me estimulou desde pequena a “querer ser veterinária quando crescer”. 
A medicina veterinária para mim era a profissão de cuidar e amar os outros animais. Fiquei com esse sonho guardado. Alguns fatos foram traumatizantes, mas não o suficiente para me tornar vegetariana logo na infância. Um que me marcou muito foi a morte de um carneiro em um aniversário de uma tia para fazer um churrasco, ela tinha ganhado o bichinho de presente. Ele era lindo ainda lembro dos olhinhos azuis dele. Eu chorei, gritei e derrubei a panela do “almoço” no chão, mas como sempre somos encarados como anormais por não achar natural matar outros animais. Já presenciei minha avó matar galinha sempre me escondia para não ver e o outro foi a ida com meu pai a um restaurante q vende peixe vivo, assim que entrei o rapaz bateu na cabeça do peixe com uma madeira e ele começou a se debater, chorei muito e fomos embora.Somos ensinados a fez sonhar sempre em cursar medicina veterinária. Em 2010, comecei o curso de veterinária e me deparei com a realidade nos primeiros dias, descobri que o curso é de cunho extremamente exploratório, no qual a produção de carne, leite, ovos etc é bastante difundida.  Me deparei com termos que me fizeram perceber que estava tudo errado. Abate, gado de corte, animais de produção, sacrifício me traumatizaram e contribuíram para minha mudança de postura. Em uma aula ministrada por uma professora socióloga convidada ela teve a brilhante ideia de passar o vídeo A carne é fraca. Então a partir desse dia me tornei ovo-lacto vegetariana e em janeiro vegana.

2. Sua família é vegetariana? Se não, eles aceitaram bem a sua escolha ou tiveram alguma resistência?

R: Meus pais sempre me apoiaram em tudo e não foi diferente com o vegetarismo e depois veganismo. Minha mãe se tornou vegana também. Ela aprendeu a adaptar todas as receitas; a ler rótulos nos supermercados; procurar os produtos que não testam em animais; passou a comprar sintéticos, antes ela adorava bolsas de couro. Também participa de todos os eventos comigo, como piqueniques, palestras, feiras e rodízios que ocorrem aqui. Meu pai aceita a nossa filosofia de vida, mas nunca teve interesse em mudar. Eu sempre estou conversando, mostrando vídeos para conscientizá-lo.

Amanda com seus amigos e sua mãe no 6° Vegnic em Fortaleza.

3. E seus amigos onívoros? Eles questionaram a sua mudança de hábito alimentar?

 R: Li uma frase certa vez que dizia que amigos de verdade nunca te abandonam e realmente foi o que aconteceu. A minha melhor amiga chamada Cecilia teve fundamental importância nesse processo todo. A primeira cadela que adotei estava abandonada na rua onde ela morava. Eu tinha me mudado recentemente para uma casa e nunca tinha tido um cachorro, porque meus pais não deixavam. Então ganhei a Pilanha.. rsrs Esse é o nome da minha princesinha que hoje está linda e saudável. Essa adoção foi o primeiro passo para iniciar uma nova vida direcionada para proteção animal.  Cecilia tornou-se vegetariana em transição para o veganismo e me orgulho muito dela por isso. Então, nossa amizade só tem fortalecido cada dia mais. Outro amigo muito importante é o Matheus, colega de turma de faculdade, sempre teve do meu lado desde o meu primeiro dia vegetariano e me apresentou o veganismo. A maioria dos meus amigos não veganos aceitam e admiram minha postura, adoram marcar reuniões na minha casa para comer as especialidades veganas da Dona Olga (minha mãe).
Os demais amigos onívoros sempre me questionam: Por que se tornou vegana? O que é vegana? O que você come? E esses questionamentos me fazem abrir espaço para discussões a respeito de veganismo, proteção animal, dieta vegetariana estrita.

Amigos que lutam pela mesma causa.

4. Para você é importante ter um relacionamento amoroso com alguém que também seja vegetariana ou não se importaria em namorar com alguém que come carne? Por que?
R: Esse alguém tem que se questionar a respeito de seua hábitos e não tenho interesse em namorar uma pessoa que seja a favor do consumos de produtos de origem animal.

5. Quando você virou vegetariano, em quais lugares procurou informações sobre alimentação?!

R: Ao me tornar vegetariana procurei informações na internet basicamente. Com a ajuda do facebook fui conhecendo alguns veganos aqui da cidade e comecei a participar de eventos, como piqueniques, esse contato foi me auxiliando a solucionar minhas dúvidas. 

Amanhã eu posto a segunda parte da entrevista para que todos vocês leiam com carinho e pensem sempre no assunto.

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segunda-feira, 23 de setembro de 2013


Como foi o BTT em Portugal.



Na página "Eventos" do blog foi divulgado o BTT (significa: bicicleta todo terreno, onde são usados bicicletas que dão para trilhos e asfalto, não é ciclismo) realizado pela Associação  Vira Latas que faz um lindo trabalho em favor dos cães abandonados, e como Alípio Manoel faz parte pedi para que ele contasse um pouquinho para nós como foi o evento. 
Veja a descrição que ele fez e algumas fotos...


Pois bem, eu não estive presente,estive trabalhando, mas em suma foi o seguinte: foi o nosso 1º evento de BTT, lembrei -me de sugerir um evento deste gênero, pois o BTT está muito em moda aqui agora, todo mundo gosta, e como já existem algumas associações locais seria mais fácil captar potenciais participantes, e assim foi. 
Ora depois de definido o evento foi pensar na infra-estrutura, sabia que íamos precisar de água, pois era um evento desportivo e também de comida para dar alguma energia no final da prova, apesar de ser um passeio e não "prova competitiva", e tudo teria que ser oferta, pois o nosso valor de inscrição de torneio era bastante baixo(para ser mais atrativo), para suportarmos os custos, então fomos procurar patrocínios, falamos com supermercados locais para nos fornecerem alguns limões e água e com um revendedor de fruta que nos forneceu fruta da época ( melancia ). 
Nós voluntários fizemos os bolos para levar e vender para angariar mais algum dinheiro, as limonadas, águas e melancias foram ofertadas para os participantes. Conseguimos com alguns parceiros locais mais atividades no programa como aula de ZUMBA e PILATES, que são também modalidades variantes e relacionadas com ginástica. Pedimos a alguns amigos uns freezeres emprestados para manter as águas e as frutas bem fresquinhas para no final do evento refrescar os participantes. 
A prova teve inicio às 9h da manhã do dia 15 de setembro no complexo desportivo da vila vizinha à minha que se chama Marinhais, foram 15 de bicicleta em velocidade de passeio com os organizadores na frente para indicar o percurso, depois chegaram por volta das 10:15 mins ao complexo novamente onde foi então distribuídas as águas e as melancias e realizada a venda de bolinhos.  Assim que terminou a maioria, passou-se então para a ginástica com a Zumba e por fim o Pilates. Tudo isto com inscrições num valor de 4€! tivemos perto de 100 participantes, e contabilizamos um total de 519€ que vão reverter a favor dos animais.
  Obrigada à Saúde à Esquina, BTT Marinhais, Intermarché de Marinhais e Eporifrutas, e um especial agradecimento ao Márcio Neves (campeão do mundo de amadores na categoria dele em Ironman e foi o "padrinho da prova) pela força extra para além do convite da participação.
Obrigada todos os nossos voluntários, amigos e aos participantes que concretizaram o final feliz para este evento.
























Conheça o trabalho da Associação Vira Latas em Marinhais/Portugal através do site: http://www.associacaoviralatas.org/
e da fan page: https://www.facebook.com/assoc.viralatas
Caso você faça parte de alguma ONG ou participou de algum evento que tenha a ver com o blog envie um e-mail para: superveggs@bol.com.br com o seu relato e fotos.




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Receita: Bolachinhas de Geléia.



Ingredientes

Para a massa:
200 g de farinha de trigo integral
200 g de farinha de trigo branca
1 colher (sopa) de fermento instantâneo seco
1/2 xícara de óleo
300 ml de água

Para o recheio:
200 g de fruta seca (damasco, tâmaras, ameixa, etc.)
2 copos de água 

Preparo

Massa:

Coloque 5 colheres de cada uma das farinhas numa tigela funda, mais o fermento seco e misture. Junte os 300 ml de água, bata bem por uns 5 minutos, dissolvendo bem as farinhas e agregando o fermento. Vai ficar um creme espesso. Coloque o óleo e misture bem. Logo em seguida vá adicionando as farinhas em quantidades iguais, 1 colher de cada, sempre amassando muito bem para ir incorporando à massa. Nunca coloque as farinhas todas de uma única vez. Vai chegar um ponto onde você perceberá que a massa está desgrudando da tigela, não está pegajosa na sua mão e não tem grumos de farinhas no meio. Este é o ponto ideal da massa. Dê uma ultima amassada vigorosa e separe a massa em 8 bolas. Coloque a massa coberta num ambiente reservado, sem golpes de vento, por no mínimo 1 hora e meia.

Recheio:

Deixe as frutas secas de molho por 3 horas. Bata-as no liquidificador colocando um pouco de água, apenas a quantidade suficiente para facilitar que o liquidificador trabalhe e você consiga um creme bem liso e grosso.

Montagem:

Você pode trabalhar sem nenhuma forma: abra a massa bem fina, coloque a geleia como se fosse um recheio de pastel e cubra com o restante da massa, cortando e fechando bem as laterais. É exatamente como se fosse um pastelzinho, inclusive você pode fazer este doce em outros formatos. Tome o cuidado de deixar as bordas bem fechadas.


Ou, usando uma forminha de fazer ravióli: abra a massa e coloque sobre os moldes de ravióli. Coloque as porções de geleia em cada cavidade e venha com mais um pedaço da massa para cobrir. Aperte bem as massas para que fiquem bem fechadas nas laterais e retire suas bolachinhas para colocá-las na forma. Leve para assar até que estejam bem douradinhas. Retire, deixe esfriar e sirva.

Dica - Se for guardar, use vidros bem tampados.


Fonte: Bambu Chuveroso


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sexta-feira, 20 de setembro de 2013


Vídeo: Compaixão.


                                        

Quem somos como espécie? O que temos feito para mudar o mundo? Estamos dispostos a fazer algo pelo planeta? É normal e benéfico as nossas ações diárias?

    O documentário "Compaixão" nos leva a pensar sobre nossas atitudes diárias e, principalmente, sobre nossa relação com algumas espécies de animais.  O filme reúne trechos de palestras de 2 grandes ativistas australianos.

Um filme de Aaron J. March.
The Godot Company Films | 2010 | Duração: 15 minutos | Áudio: Inglês | Legendas: Português.

Tradução, transcrição e legendagem por Irene Pontes.


Palestrantes:


David Coles, antes publicitário e locutor, hoje palestrante e escritor.
Philip Wollen, antes banqueiro vice-presidente do CitiBank, hoje Diretor da Windsome Constance Kindness Trust, ONG vegana.


"Se nós, pessoas boas, duplicarmos nossos esforços apenas algumas vezes, nós poderemos mudar o mundo."
Philip Wollen, ex- vice-presidente do CitiBank, hoje diretor de ONG vegana.


"Pensar que nós temos algo chamado matadouro, onde pessoas são pagas para pegar um animal, meter um 'prego' na cabeça dele e cortar sua garganta, suspendê-lo em correntes e vê-lo morrer enquanto o sangue escorre de sua garganta e suas pernas se debatem desesperadamente... Se não pudermos olhar para isso e dizer 'Minha nossa! O que nós fizemos?!', nós não seremos capazes de olhar para mais nada."
David Coles, palestrante e escritor vegano.

Fonte: http://www.youtube.com/user/fabiochavesvideos



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quinta-feira, 19 de setembro de 2013


Faça vasinhos com potes e garrafas.

    Bom dia amigos leitores, que tal hoje falarmos um pouco sobre decoração sustentável? Pois bem, reciclar é uma terapia, além de ser uma ajuda para o planeta. Quando consumimos desenfreadamente somos ingratos com o meio ambiente, pois algumas coisas que ainda estão boas ou que poderiam ser reaproveitadas acabam gerando mais lixo e com isso uma série de consequências extremamente complicadas.
Quando você recicla devolve gratidão ao planeta e o seu bolso agradece, vai sobrar dinheiro no final do mês para sair e passear com a família e os amigos, quer coisa melhor que viver a vida?!
    Nossas casas estão abarrotadas de potes e até de garrafas, compramos um produto e com ele vem uma embalagem que pode ser reaproveitada para diversos fins, até para decorar.
Vou mostrar para vocês o que podemos fazer com aquelas garrafas de vidro, potes e até mesmo canecas e taças que já estão velhas ou simplesmente já enjoamos delas.
Prestem atenção na criatividade das pessoas...


1- Aqueles potes de vidro que até mesmo vêm com algum produto comestível se tornaram essas peças de decoração super simples. Areia + vela, essa combinação fica bem interessante na pia do banheiro ou até mesmo na mesa de centro da sala.


2- Sabe aquela caneca velha de cerâmica que você tem na sua casa? Provavelmente até quebrou as outras e só restou uma. Não precisa jogar no lixo. Se ela estiver bem gasta você pode pintá-la de uma cor da sua preferência e depois é só colocar umas flores bem bonitas.


3- Mais um da série vasos de flores :) Nada melhor do que elas para alegrar a nossa casa e deixar aquele aroma especial. Esse pote de vidro (parece de azeitonas) apenas com um laço branco envolvido no seu bocal se transformou nessa graça de vaso.


4- Mais um vaso de flores. Vejam como as flores de várias cores transformou o velho pote de vidro.


5- Essa pequena taça de vidro virou um castiçal. Simplesmente virou a taça de cabeça para baixo e na parte de baixo foram colocadas algumas flores artificiais e em cima (parte da base da taça) uma vela grossa decorada.


6- Esses potinhos coloridos também viraram vasos de flores e galhos. Linda decoração para casamentos, jantares, etc.


7- Encontrei essa matéria no Pinterest e achei bem bacana. Está ensinando como montar esses vasinhos de flores com garrafas de vidro.

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